Janelle Monáe
Palco Super Bock
20
jul

A 18, 19 e 20 de julho, o Super Bock Super Rock regressa ao cenário idílico junto à praia do Meco, o novo, mas já familiar ponto de encontro para milhares de amantes de Música..

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Janelle Monáe Robinson nasceu e cresceu em Kansas City, mas depressa sentiu a necessidade de ir em busca do seu sonho, rumo a Nova Iorque. Entrou na American Musical and Dramatic Academy e na altura tinha como objetivo vir a fazer musicais. A vida acabou por oferecer outras possibilidades a Janelle e pouco tempo depois já estava a participar em várias faixas do grupo Outkast, a convite de Big Boi. A jovem começava a dar nas vistas graças ao seu enorme talento, revelando-se uma artista multifacetada e muito focada em cada trabalho. Em 2007 editou o primeiro EP: “Metropolis: Suite I (The Chase)”. Estas primeiras canções chamaram a atenção do famoso produtor Diddy (Sean “Puffy” Combs), que logo contratou Janelle para a sua editora, a Bad BoY Records. Neste momento também chegou a primeira nomeação para um Grammy, com o single “Many Moons”. Três anos depois, em 2010, Monáe lançava o seu disco de estreia. “The ArchAndroid” foi inspirado no filme alemão “Metropolis”, que retrata um mundo futurista, uma projeção distópica da humanidade. Todo o conceito deste registo de estreia levantou questões éticas e fez com que as canções saíssem ainda mais enriquecidas, autênticas pérolas pop, carregadas de soul e funk. Nomes como Bruno Mars, Prince e Barack Obama assumiram-se como fãs de Janelle, cada vez mais uma estrela à escala mundial. O sucesso nunca distraiu a jovem, que continuou a trabalhar, empenhada em fazer bem mais do que o grande hit do próximo verão – Janelle quer fazer música realmente desafiante, que levante questões e que mexa com a cabeça e o coração de quem a ouça. Nesse sentido, em 2013, chegou mais um disco que cumpre estes requisitos. “The Electric Lady” mantém algumas das reflexões suscitadas pelo primeiro disco e conta com as participações luxuosas de Miguel, Solange, Prince e Erykah Badu. Depois de cinco anos de espera, 2018 trouxe mais um disco de Janelle Monáe. “Dirty Computer” abandona as projeções futuristas e concentra-se na própria artista, mais exposta do que nunca. O púbico e a crítica ficaram rendidos a um som cada vez mais pop, sem nunca perder o arrojo que caracteriza todo o trabalho de Janelle Monáe. Desde as letras, passando pelas colaborações com nomes como Pharrell Williams, Brian Wilson o Zoë Kravitz, até aos vídeos que acompanham as canções, tudo parece ser pensado ao pormenor. “PYNK”, com a participação de Grimes, “Make Me Feel” ou "Django Jane" são alguns dos destaques deste álbum e alguns dos temas que prometem conquistar o público do Super Bock Super Rock – dia 20, no Palco Super Bock.

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